CDP - Cristian Diehl Photography

Não fotografamos para os outros. Fotografamos para nós mesmo!

É com está frase que gostamos de iniciar uma conversa. Ela pode parecer um pouco forte e egoísta, mas não é. Para que o trabalho expresse algo significante é preciso ter a marca de alguém, quem ao olhar um quadro de Da Vinci não reconhece as características dele? Perspectiva, uso de cores próximo da realidade, figuras humanas perfeitas, temas religiosos, uso da matemática em cálculos artísticos... É fácil né!

É exatamente isso que buscamos, é claro que ainda não somos um "Da Vinci" mas estamos no caminho. Somos desbravadores de histórias, todas elas reais. Somos figurantes, registrando cada momento do espetáculo. Somos apaixonados, pois tudo o que fazemos vem do coração.

Bem, se você leu até aqui, não vai se importar em saber um pouco mais da nossa história né?!
A maioria diz que "a fotografia nasce em alguém", temos que discordar um pouco disso, pensamos que a fotografia é o que você vê, parece óbvio, mas o que você vê depende muito de quem você é. Gostamos de dizer que fotografamos o que vemos e o que vemos depende de quem somos.

Posso dizer que o meu primeiro contato com a fotografia foi em 2008, em um show do Hillsong United, onde eu acabei levando minha primeira câmera (Nikon D90) e sem querer fiz umas fotos bem legais, tanto é que o próprio pessoal da organização comprou algumas delas. Neste momento pensei; epa, esse lance pode dar dinheiro, claro, com 18 anos o que eu mais queria era ganhar dinheiro, ainda estamos tentando mais estamos bem longe. Enfim, desde 2008 até 2012 este era o meu objetivo com fotografia. Todavia em 2013 tive a oportunidade de fotografar um casamento e para mim foi neste dia que eu realmente me apaixonei por ela, confesso não ganhei muito dinheiro para fotografar o casamento, mas ganhei um novo sentimento, e isso me preencheu, sabe quando você sente no seu coração, ei, isso foi realmente maravilhoso, esse sentimento se chama amor. Em fevereiro de 2014 eu me casei e consegui ver de perto o que era este momento. E neste mesmo ano minha esposa também virou minha sócia.
Hoje, somos de certa forma escritores, pois contamos a história de pessoas através de uma única palavra; amor.